sábado, 11 de janeiro de 2020

Passeio: Estrada Rio do Júlio


Olá pessoal,

Hoje decidimos fazer uma passeio pela Estrada Rio do Júlio que liga Schroeder à Joinville pelo interior.


Já em Schroeder...





A Prefeitura de Schroeder instalou uma placa de identificação neste ponto alto da estrada.


O vista do mirante fica um pouco antes, mas junto à placa há local para estacionar com segurança... digo, mais ou menos. Aires resolveu parar um pouquinho à frente, em uma sombra, e o carro derrapou com a roda dianteira. Havia desbarrancado um pedaço da rua, mas não tinha nenhuma sinalização e como o mato acaba cobrindo, muito difícil de ver o buraco. Logo passou um carro que parou e nos ajudou a empurrar o carro. Foi um susto!



Vamos seguir... Logo chegamos ao Rio Macaquinho...




 


A gente literalmente atravessa pelo rio para seguir viagem. Há um local para estacionar e apreciar o cenário.









De volta à estrada...


 
 Nesta parte, a mata fechada dá uma 'trégua'. Resolvemos fazer uma 'passeio' de drone...


O cenário é sempre bonito, mas quando chegamos no Vale das Hortênsias, já em Joinville... realmente fica lindo!


Por aqui a gente encontra uma área mais habitada e o Hotel Vale das Hortênsias.


Logo a frente nos deparamos com a barragem Rio do Júlio que faz parte do Complexo Hidroelétrico da Usina do Bracinho. A área é toda cercada e somente pessoal autorizado tem acesso.


As crianças aproveitaram a parada para coletar pinhas


Aproveitando a pequena elevação, pude fazer uma boa tomada do cenário...





A famosa igrejinha das hortênsias...

 

Localizada às margens da estrada fica esta linda e curiosa igreja da comunidade luterana do Rio do Julio, toda feita em madeira.





Um pouco da história da região

O historiador Ademir Pfiffer conta que a Estrada Rio do Júlio é centenária e começou a ser aberta no fim do século 19 com o assentamento de povos vindos do Domínio Dona Francisca. A partir do Vale do Itapocu, a ocupação da região começou pelo caminho Schroeder Straße na primeira década do século 20. Pfiffer conta que o nome da estrada é uma referência Julius Albrecht, um imigrante alemão que tinha terras na região e trabalhava na agricultura, se estabelecendo na região por volta de 1902. Ele está enterrado no cemitério da região do Bracinho.
O empresário joinvilense, Henrique Meyer, que possuía uma fazenda em Rio do Julio, foi quem iniciou a plantação de hortênsias na década de 1950, e logo os demais moradores da localidade se entusiasmaram fazendo o mesmo, especialmente o Sr. Dorival Kreutzfeld, que teve uma participação significativa na disseminação de mudas das tao belas plantas no lugar.


Logo após a igreja, começamos a avistar mais moradias, ainda que na região rural, com riachos, animais e lindas casinhas, e logo chegamos na rodovia de acesso a Serra Dona Francisca...


Fizemos uma breve parada no mirante da Serra Dona Francisca, mas como o tempo estava muito fechado, seguimos. Não demorou para a chuva nos encontrar. Claro que depois deste passeio, fizemos uma parada para degustar um delicioso pastel acompanhado de um caldo de cana geladinho na Lanchonete Rio da Prata. Dali, retornamos para Jaraguá pela BR 101.

É isso pessoal, até mais!










sábado, 27 de julho de 2019

Viagem Argentina&Chile: Férias na Neve - CONCLUÍDA

Olá pessoal,

Nossas 'Férias na Neve' terminaram. Foram 15 dias e 8.141 Km rodados muito bem aproveitados, ainda que meio corridos por alguns lugares. Infelizmente, não conseguimos visitar alguns museus, vulcões, parques e localidades. Alguns porque estavam fechados, outros porque não conseguimos acesso devido ao acúmulo de neve na pista e outros por alteração da rota. Mas estar na estrada é assim mesmo e, desta forma, sempre temos motivos para voltar.



Estar em contato com a neve é algo realmente muito legal... pelo menos para nós que moramos em um clima tropical. As crianças adoraram e, nós também, claro!

Eu e o Aires tivemos algumas experiências anteriores com a neve acumulada no cume do Osorno no Chile, no Paso Agua Negra, no Paso Jama, no Atacama e às margens da Interoceânica no Peru, mas nada parecido com o que vivenciamos nesta viagem e também, porque as crianças pediam muito tempo por isso.

Essa experiência foi única, pois foi bem diferente do que já tínhamos feito. Andar na neve, escorregar, sentir ela e ver os floquinhos de neve bem de perto... é mágico!



Conhecemos cidades e lugares bem interessantes, caminhamos por parques repletos de pedras vulcânicas e por antigos túneis de lava. Mas a neve, certamente, foi o ápice da viagem!

É sempre uma aula de história e geografia vivenciada in loco. A gente sempre aprende uma coisa nova ou conhece um lugar diferente, mesmo que já tenha passado por aquela região.

Esta viagem terminou, mas mesmo cansados, temos que colocar a bagunça em ordem. Tem muita coisa para lavar e guardar.

O carro ficou MUITO sujo, o marido terá bastante trabalho 



Mas o que mais gosto de fazer depois das viagens é abrir os pacotinhos de todas as coisas que compramos pelo caminho. É uma explosão de cores e sabores de outras culturas que trazemos para fazer parte de nossa casa, nossos dias e para nos lembrar de momentos memoráveis em família! 



Pedras vulcânicas  do Vulcão Payún Matrú (Malargue ARG) e do Villarica (CHI)



Adega abastecida... 


Enfim, é isso! Espero que tenham curtido...

Segue o clip de nossa viagem , demorou um pouco para sair, mas ficou bem legal! Aproveitem!

AUMENTA O SOM!!!  




Até mais pessoal!!! 


Por Patricia Pilonetto